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	<title>Câmara de Comércio Índia Brasil</title>
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	<description>Câmara de Comércio Índia Brasil</description>
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		<title>Índia negocia acordo tarifário com o Mercosul</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 12:56:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[CCIAIB]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em encontro empresarial em São Paulo, indianos também defenderam cooperação maior com o Brasil no setor de biocombustíveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A Índia quer ampliar ainda este ano o acordo tarifário que facilita o comércio do país com o Mercosul. A ideia é apoiada por autoridades brasileiras, já que a Índia é um importante mercado consumidor de produtos do Brasil, inclusive do agronegócio. O tema foi discutido nesta quinta, dia 2, durante um encontro empresarial Brasil-Índia, em São Paulo, com a presença do ministro da Indústria e Comércio do país asiático. Os indianos defenderam também uma cooperação maior com o Brasil no setor de biocombustíveis.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O aumento nas vendas de etanol brasileiro deve ser discutido também em uma reunião entre os governos marcada para o próximo dia 8. Nesta quinta, o <strong>Ministro indiano da Indústria e Comércio</strong>,<strong> Jyotiraditya Scindia</strong>, que visita o Brasil pela primeira vez, evitou dar detalhes. Ele disse apenas que, ao invés de concorrer, os dois países precisam trabalhar juntos na área de biocombustíveis.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A soma do que Brasil e Índia compraram e venderam um ao outro chegou a US$ 5,6 bilhões no ano passado. O valor mais do que dobrou nos últimos cinco anos, o que só foi possível graças a um acordo de comércio entre Índia e Mercosul que começou a valer no início de 2009. Hoje, cerca de 450 produtos são beneficiados por um regime especial de impostos. O ministro indiano afirmou que o acordo deve ser ampliado ainda este ano.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Os esforços para ampliar as relações comerciais entre os dois países existem e parecem partir de ambos os lados. Mas há ainda um grande obstáculo a ser resolvido, principalmente quando se fala em enviar produtos do agronegócio brasileiro para a Índia. O desafio das barreiras tarifárias.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Açúcar, óleo de soja e, mais recentemente, etanol são os principais produtos agrícolas que o Brasil vende para a Índia. Trata-se de um grande mercado consumidor, com mais de um bilhão de pessoas. No ano passado, as exportações brasileiras ao país asiático foi equivalente a US$ 3,4 bilhões, sendo US$ 1,5 bilhão só em açúcar, algo considerado fora do comum, já que a Índia também é um grande produtor da commodity. É o maior concorrente do Brasil. Só comprou tudo isso porque teve quebra de safra. Já o etanol ainda representa pouco nessa pauta de exportações. Em 2009, embarcamos o equivalente a US$ 125 milhões, 3,6% do total exportado pelo Brasil à Índia.</div>
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		<title>Acesso à internet nos países emergentes dobrará até 2015</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[CCIAIB]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Até lá, Brasil, Rússa, China, Índia e Indonésia terão 1,2 bilhão de usuários conectados. Número atual é de 610 milhões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O número de pessoas com acesso à internet nos cinco principais países emergentes do mundo – Brasil, Rússa, China, Índia e Indonésia – dobrará até o ano de 2015. A informação vem de um estudo chamado “Internet New Billion”, realizado pela consultoria Boston Consulting Group (BCG) e que foi divulgado nesta quinta-feira (02/9).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a BCG, estes cinco países contam com 610 milhões de usuários de internet, número que deve chegar a 1,2 bilhão até 2015, com taxas de crescimento anuais que variarão entre 9 e 20 por cento. Brasil, Rússa, China, Índia e Indonésia – indicados pela consultoria pela sigla BRICI – são responsáveis por 45 por cento da população mundial e 15 por cento do produto interno bruto (PIB) global.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo indica que nestas nações, o computador doméstico não é o meio mais importante para ficar online, ao contrário do que acontece nos EUA e em outros países onde os PCs são usados para se conectar à Internet.  “Nos países do BRICI, os computadores pessoais são usados com muito menos frequencia do que os dispositivos móveis, sendo que estes últimos, juntamente com as lan houses, são os principais catalisadores do consumo digital”, disse o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Os celulares são ferramentas mais baratas e mais convenientes para comunicação e entretenimento. Os países do Brici já têm 1,8 bilhão de linhas de telefonia ativas, mais de quatro vezes a quantidade somada dos EUA e do Japão. De fato, à medida que aparelhos cada vez mais sofisticados ficam disponíveis nos mercados do Brici, milhões de consumidores digitais deixam o PC de lado e ficam on-line via celulares, uma tendência com significativas implicações em seus hábitos de uso da internet.</p>
<p style="text-align: justify;"> Ainda segundo o documento, os custos de acesso à internet móvel vão diminuir, e as operadoras ainda tendem a ampliar o alcance de suas redes. Com isso, o número de pessoas acessando a web vai aumentar consideravelmente.</p>
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		<title>Caterpillar investirá US$ 180 mi no Brasil em 2 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A norte-americana Caterpillar, que atua no setor de máquinas pesadas, vai investir US$ 180 milhões em duas fábricas no Brasil ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: justify;">A norte-americana Caterpillar, que atua no setor de máquinas pesadas, vai investir US$ 180 milhões em duas fábricas no Brasil nos próximos dois anos, para expandir suas operações no País. A companhia comprou uma unidade localizada em Campo Largo, no Paraná, que após melhorias cobrirá uma área de 50 mil metros quadrados. Além disso, a Caterpillar pretende aumentar a capacidade de sua unidade localizada em Piracicaba, no interior de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">
A nova fábrica de Campo Largo vai produzir escavadeiras e pequenos tratores que, atualmente, são fabricados em Piracicaba e fazem parte da linha de máquinas pesadas da divisão de produtos para construção da Caterpillar. A companhia espera que a nova unidade comece a produzir em 2011 e crie mil novos empregos quando estiver operando com capacidade total.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8220;A decisão de expandir as operações no Brasil faz parte da estratégia global de longo prazo da Caterpillar para aumentar nossos negócios em mercados em crescimento importantes&#8221;, afirmou Rich Lavin, presidente do grupo. &#8220;esse movimento vai permitir que a Caterpillar atenda à demanda da sua crescente base de consumidores na América Latina.&#8221; As informações são da Dow Jones.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Estadão</p>
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		<title>Índia quer construir um dos maiores telescópios solares do mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>

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		<description><![CDATA[Servirá como ferramenta para o estudo da estrutura microscópica do sol]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A Índia planeja construir um dos maiores telescópios solares do mundo, que servirá como ferramenta para o estudo da estrutura microscópica do sol, informou uma fonte oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">
A região de Ladakh, na Caxemira indiana, receberá o novo telescópio, de dois metros de diâmetro, cujo custo está estimado em 1,5 bilhões de rúpias (cerca de US$ 32 milhões), de acordo com a fonte, citada pela agência &#8220;Ians&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O telescópio solar ajudará a estudar a estrutura microscópica do sol e obter observações específicas&#8221;, afirmou o diretor do Instituto Indiano de Astrofísica (IIA), Siraj Hassan.</p>
<p style="text-align: justify;">
O centro anunciou sua intenção de financiar o projeto do chamado &#8220;Grande Telescópio Solar Nacional&#8221;, além de participar de seu projeto construção e instalação.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8220;Quanto maior é o diâmetro e a superfície disponível para absorver a luz solar, mais raios podem ser captados por segundo, o que permite aos investigadores que acumulem informação com maior clareza e obtenham resultados precisos&#8221;, explicou Hassan.</p>
<p style="text-align: justify;">
O local do telescópio, na localidade de Merak, perto de um lago, reúne as condições necessárias de longas horas de sol e boa visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>PIB da Índia cresceu 8,8% no 2º trimestre</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 13:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[CCIAIB]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A economia da Índia cresceu no segundo trimestre deste ano ao maior ritmo anualizado em mais de dois anos, segundo dados divulgados.     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Ao final do segundo trimestre, o PIB (Produto Interno Bruto) do país <strong>apresentava um crescimento de 8,8%</strong> em relação ao mesmo período do ano anterior, informou o governo indiano.          </p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, o crescimento da economia da Índia, <strong>a 11ª maior do mundo</strong>, volta aos níveis anteriores à crise econômica mundial.        </p>
<p style="text-align: justify;">Os dados divulgados pelas autoridades indianas também indicam que a inflação continua elevada, chegando a 11% anuais no mês passado, o que, em conjunto com o reaquecimento demonstrado pela economia, indica um possível aumento iminente das taxas de juros.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi o melhor desempenho em mais de dois anos, apurou o ministério de Estatísticas do país.</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de expansão ficou em linha com aquelas estimadas por muitos economistas e foi a mais significativa desde 2008. Isto deve trazer mais pressão para o banco central apertar a política monetária.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelos dados apresentados, o setor manufatureiro apresentou ampliação de 12,4% no trimestre, o de construção avançou 7,5% e o de mineração teve alta de 8,9%.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>BRIC</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os países do G20 (o grupo das 20 maiores economias do mundo), a <strong>Índia tem o segundo maior crescimento médio anual</strong> do PIB nos últimos anos, atrás somente da China.            </p>
<p style="text-align: justify;">O crescimento percentual do PIB da China no 2º trimestre ainda não foi divulgado, mas espera-se uma desaceleração, com um crescimento anualizado de 10,3%, contra 11,9% no primeiro trimestre do ano.        </p>
<p style="text-align: justify;">Entre os países do grupo BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China), a Rússia também divulgou dados preliminares, indicando um crescimento de 4% ao fim do segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior.     </p>
<p style="text-align: justify;">O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) deve divulgar o PIB brasileiro no 2º trimestre, mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse esperar uma desaceleração em relação ao primeiro trimestre do ano.     </p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, Mantega afirmou que espera que o PIB termine o ano com uma elevação de 7%, índice próximo ao estimado por analistas de mercado ouvidos semanalmente pelo Banco Central (7,09%).       </p>
<p style="text-align: justify;">Pela estimativa de Mantega, a economia brasileira deverá crescer a uma taxa média de 5,8% a 6% entre 2011 e 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: O Globo</p>
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		<title>Memórias CCIAIB</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 13:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[CCIAIB]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Novembro de 2008 a Câmara de Comércio Índia Brasil recebeu em sua sede a visita dos altos executivos do Grupo ESSAR]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em novembro de 2008 a <strong>Câmara de Comércio Índia Brasil</strong> recebeu em sua sede a visita dos altos executivos do <strong>Grupo ESSAR</strong>. O grupo é uma corporação multinacional que atua nos setores de energia, siderurgia, comunicação, logística e construção, com sede em Mumbai, India.  A integração, o uso da tecnologia, a pesquisa in-house e a inovação fizeram do Grupo ESSAR uma forte empresa indiana em diversos continentes, como na América do Norte e na Ásia. </p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>ESSAR STEEL</strong> é uma das maiores exportadoras indianas de produtos planos (flat products), exportando para mercados altamente exigentes, como o norte-americanos e o europeu, e para mercados emergentes no Oriente Médio e no Sudeste da Ásia. Está totalmente integrada, da mineração ao varejo, com capacidade de venda global de mais de 3 MTPA (milhões de toneladas por ano).</p>
<p style="text-align: justify;">A ESSAR tem prospectado parceiros no Brasil para investimentos nas áreas de mineração e tecnologia da informação.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na foto:</strong> Rewant Ruia, Diretor do Grupo ESSAR, Ravi Ruia, Vice Chairman do Grupo ESSAR, Elson de Barros Gomes Jr., Cônsul A. H da Índia e Leonardo Ananda Gomes, Vice Presidente da Câmara de Comércio Índia Brasil.</p>
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		<title>Exportações do Açúcar Mineiro  para a Índia duplicam em 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 14:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[CCIAIB]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Câmara de Comércio Índia – Brasil prevê um bom 
Momento para as relações entre os países
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Minas Gerais tem se tornado um potencial exportador de açúcar cada vez maior. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações do açúcar mineiro em 2009 aumentaram 100% em relação a 2008. E nos sete primeiros meses de 2010 já estão 92,8% maiores em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando US$ 461,7 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal destino destas exportações foi a Índia que, apesar de ser uma das grandes produtoras mundiais de açúcar, busca no exterior suprir sua demanda interna pelo produto, consumido em grande escala pelos seus mais de 1,2 bilhões de habitantes. De acordo com a Câmara de Comércio Índia – Brasil (CCIAIB), vinculada ao Consulado da Índia em Minas Gerais, em Belo Horizonte – MG, a procura no setor tem aumentado desde o ano passado, o que gerou novas oportunidades de negócios para os empresários do estado, principalmente na região do Triângulo Mineiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A CCIAIB recebeu importantes investidores de açúcar nos últimos dois anos e busca atender a esta demanda com o apoio dos empresários de Minas Gerais. A tendência é que as exportações de açúcar aumentem, segundo Leonardo Ananda Gomes, vice-presidente diretor da CCIAIB, enfatizando ainda que as relações entre Minas Gerais e Índia tendem a crescer cada vez mais, não apenas no setor de açúcar, mas em diversos setores da economia.</p>
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		<title>Índia é o maior exportador de derivados de petróleo da Ásia</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 14:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>

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		<description><![CDATA[As refinarias de Jamnagar (RIL) e Vadinar (Essar) ajudaram o país a ultrapassar a Coréia do Sul]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mumbai: a Índia é agora o maior exportador de derivados de petróleo na Ásia, superando a Coréia do Sul.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo os dados compilados da Platts sobre fornecedores de petróleo e metais,  a exportação bruta da Índia atualmente é em média de 1 milhão de barris por dia, passando da Coréia do Sul, que exporta 0,9 milhões de barris por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Com a comissão de uma nova refinaria pela Reliance Industries (RIL) em Jamnagar e o aumentar da produção na refinaria Vadinar, pertencente à Essar Oil, a Índia superou a Coréia do Sul em meados de 2009 e desde então tem consistentemente mantido a posição de liderança.</p>
<p style="text-align: justify;">As exportações médias de produtos petrolíferos na Índia cresceram de 0,77 milhões de barris por dia em janeiro de 2009 para um milhão de barris por dia em agosto de 2009. Neste ano, a média de exportação de petróleo os produtos da Índia é de 1,07 milhões, enquanto as exportações da Coréia do Sul média 0,88 milhão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">De fato, a capacidade de refinamento da Índia de 3,69 milhões de barris por dia é a terceira maior da Ásia, depois da China e do Japão, que têm uma capacidade de refino de 9,6 milhões de bpd e 4,64 bpd, respectivamente. A compilação da Platts é baseada nos dados de cada país.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tanto a refinaria Jamnagar, pertencente à RIL, quanto as refinarias da Essar em Vadinar contribuir com mais de 90% dos produtos da exportação de petróleo, enquanto o restante é de empresas de petróleo do setor público&#8221;, disse a Sra. Vandana Hari, diretor editorial da Ásia da Platts.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;As empresas do setor público, que são obrigadas a servir o mercado interno aumentando a sua capacidade de refinaria, irão ajudar os atores do setor privado para liberar mais capacidade para as exportações&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo Hari, as exportações de produtos petrolíferos da Índia tem um grande potencial na medida em que tanto RIL e quanto Essar têm refinarias de alta complexidade, que fazem produtos que atendem as normas Euro IV e Euro V. A Europa, os E.U.A. e África são identificados os principais mercados para as refinarias da Índia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Crescente demanda</em></p>
<p style="text-align: justify;">A crescente demanda no exterior por produtos petrolíferos da Índia é refletido no crescimento do volume de exportações da Essar e Reliance. RIL exportadou 32,8 milhões de toneladas de produtos refinados no último ano fiscal contra cerca de 22,6 milhões de toneladas no período anterior, chegando a uma receita de US $ 20,9 bilhões (crore de Rs 1,10,176).</p>
<p style="text-align: justify;">O volume de exportação da RIL cresceu 45% no ano fiscal passado, enquanto cresceu 82% no último trimestre para 9,5 milhões de toneladas.<br />
A nova refinaria Reliance Petroleum, na Zona Econômica Especial (ZEE) em Jamnagar, será destinada para a exportação, estimando que mais de 80% da sua produção total serão exportados.</p>
<p style="text-align: justify;">A refinaria da Essar em Vadinar tem uma capacidade de produção total atualmente de 14 milhões de toneladas por ano. Da produção total, cerca de 30% é exportado, enquanto mais de 60% dos produtos refinados são vendidos para empresas do setor público comercialização do petróleo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.ibef.org/artdisplay.aspx?tdy=1&amp;art_id=26700&amp;cat_id=60&amp;utm_source=newsalert&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=http://www.ibef.org">http://www.ibef.org/artdisplay.aspx?tdy=1&amp;art_id=26700&amp;cat_id=60&amp;utm_source=newsalert&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=http://www.ibef.org</a></p>
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		<title>Painel de Defesa Índia-Brasil visa reforçar a Cooperação Bilateral</title>
		<link>http://www.indiabrazilchamber.org/?p=1665</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 13:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[CCIAIB]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontro entre países promete reforçar as relações bilaterais no setor da defesa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A primeira reunião do Comitê Conjunto de Defesa, com foco no aproveitamento das respectivas capacidades de produção de defesa, foi realizada na última quarta-feira, 25 de Agosto, em Nova Delhi.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a delegação brasileira será chefiada pelo almirante Gilberto Max Roffe Hirschfeld, a indiana será chefiada pelo secretário R.K. Mathur. A reunião visa desenvolver o já existente acordo de cooperação de defesa bilateral para exploração co-desenvolvimentista e co-produtiva na aeronáutica, na construção de navios e de subsistemas, como o de software e o de artilharias.</p>
<p style="text-align: justify;">A reunião será realizada às vésperas do IBSAMAR, um exercício naval trilateral com marinhas da Índia, do Brasil e da África do Sul, que começa no início do mês que vem na costa africana e que teve sua primeira edição em Maio de 2008. Esse exercício reúne as forças marítimas de três democracias e economias, que pertencem a três diferentes continentes, sob uma mesma esfera.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, a Índia tem adquirido ao longo dos anos alguns aviões do Brasil, que possui uma indústria de defesa e aeronáutica bem desenvolvida. Isso inclui a aquisição de cinco jatos executivos Legacy Embraer 135-BT  para o curso VVIP em um contrato de Rs 727-crore fechado em Setembro de 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">A Índia também está adquirindo três jatos Embraer-145 para o seu projeto mini- AWACS (aviso de bordo e sistema de controle), onde o sistema nativo AEW&amp;C desenvolvido pela DRDO será montado nas aeronaves.</p>
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		<title>Aegis de olho em unidades na Europa e aquisições em mercados emergentes em dois anos.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 12:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aegis Ltd. uma unidade de outsourcing do Grupo Essar da Índia, prosseguirá aquisições no Oriente Médio, Europa, América Latina e África durante os próximos dois anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A empresa esta ofertando entre US$ 50 milhões a US$ 200 milhões em média e pretende completar um acordo a cada trimestre, afirma Aparup Sengupta, Gerente Diretor de Mumbai. A Aegis adquiriu recentemente a SLM Corp &#8217;s, empresa de call center no Texas e pode fechar a compra de uma participação de US$ 45 milhões na AGC Networks Ltd. durante as próximas semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Continuaremos a executar um motor de duplo cilindro, rumo ao crescimento através de rotas orgânicas e inorgânicas,&#8221; disse Sengupta. &#8220;Nós estamos sendo oportunistas, estamos fazendo a avaliação de ativos, e a qualquer momento em que alguma companhia nos agradar, ficaria muito feliz em adquiri-la.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A Aegis une as rivais Cap Gemini SA e HCL Technologies Ltd., sinalizando de que o ritmo de negócios na indústria de tecnologia da informação podem ser a captação na medida em que as demandas por terceirização eserviços de consultoria aumentam. Os gastos globais em produtos de tecnologia da informação e serviços deve aumentar 7,8%, para US$ 1,58 trilhões este ano, após cair 8,9% em 2009, segundo um relatório da Forrester Research Inc. mês passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Aegis comprou no ano passado CCN Group Ltd., uma empresa de call center terceirizada, em Joanesburgo, e adquiriu US-based PeopleSupport Inc. por US$ 250 milhões em 2008. Em maio, a empresa anunciou mais dois acordos; a sua aquisição de provedor SLM back-office nos EUA de 350 pessoas  em Killeen, Texas, por uma quantia não revelada, e 59% da participação da Avaya na companhia indiana de serviços de comunicações AGC Networks por US$ 45 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Distribuição geográfica e profundidade </em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nossa tese é de crescimento ou expansão geográfica, ou profundidade no domínio&#8221;, disse Sengupta. Na África, o foco da empresa é servir os clientes no setor das telecomunicações, utilidades e da indústria bancária, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Aegis está dobrando sua força de trabalho a 700 trabalhadores até ao final de Outubro em Killeen, call center do Texas  e vai dobrar número de funcionários em África para 2000 no atual ano fiscal, disse Sengupta. A empresa também está olhando para construir centros de apoio em Gana, Nigéria, e Cidade do Cabo, África do Sul, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:</p>
<p><a href="http://www.bloomberg.com/news/2010-08-23/essar-s-aegis-outsourcing-unit-eyes-europe-emerging-markets-acquisitions.html">http://www.bloomberg.com/news/2010-08-23/essar-s-aegis-outsourcing-unit-eyes-europe-emerging-markets-acquisitions.html</a></p>
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